Bangkok

Por Gabi França


Para fechar com chave de ouro a viagem da Tailândia, chegamos em Bangkok. Esperava encontrar uma cidade menos desenvolvida, mas encontrei shoppings enormes, vitrines iluminadas durante todo dia e hotéis luxuosos. O movimento na rua é imenso, o trânsito confuso. Uma cidade agitada. Para sair do aeroporto você tem 3 opções: ir de Skytrain (BTS – trem local), de táxi ou fechar um transfer com o hotel. Como o nosso tempo estava reduzido, ficamos com a última opção. Mas se você quiser pegar táxi é bem organizado, você entra em uma fila, pega um número na máquina e se dirige ao número que seu táxi vai estar lá.Chegamos já no meio do dia, o hotel que ficamos Mode Sathorn estava com um preço bom, é moderno, limpo, cama delícia e chuveiro forte, o café da manhã é gostoso e tem um bar no último andar com uma vista legal, então indico.

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Descansamos um pouco e fomos ver o pôr do sol e jantar no famoso restaurante do filme se Beber não case 3, Sirocco. Fizemos a reserva com antecedência pelo site. É bem caro e turístico, prepare o bolso, mas valeu a pena. A vista lá de cima é linda, o bar 360 graus é demais, e a comida do restaurante apesar de muito cara é gostosa. Quando fiz a reserva informei que era uma data comemorativa e ganhamos essa linda e super gostosa torta de surpresa. Se quiser ir só no bar não precisa reservar e você conhece o lugar, fica um pouco espremido,mas é legal também. Fomos andando do nosso hotel para o restaurante, e depois voltamos de tuktuk. Ah o tuktuk, sonho realizado, me senti em um filme.

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Como tínhamos só um dia inteiro em Bangkok, o que é muito pouco, fechamos um tour com guia particular e motorista e amamos, a empresa foi o Tour With Tong. No site eles tem todas as opções de serviços e roteiros, é bem legal, você pode pegar só o guia e usar o transporte público da cidade, ou fechar um carro com guia. Ficamos com a segunda opção, porque para ir no mercado flutuante precisa de carro e queria muito conhecer. Nosso dia começou 6h da manhã, e terminou 19h da noite. Começamos em uma feira perto do nosso hotel para entregar comida aos monges. 

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Os monges ficam na feira em algumas esquinas esperando a sua abordagem, nossa guia falou que era importante a gente dar uma comida que a gente gostasse de comer também, uma bebida além da água, e uma sobremesa. E explicou todo ritual. Você fica na frente do monge, entrega a comida para ele, ajoelha, ele te abençoa. É um ritual muito significativo, e você vê vários tailandeses fazendo também. Na Tailândia a refeição principal é pela manhã, não no almoço como no Brasil. Por isso eles acordam muito cedo para preparar a primeira e mais importante refeição do dia e ainda para dar aos monges. A guia nos contou que antigamente as pessoas cozinhavam mais, mas com a vida corrida de hoje, muitas compram as comidas nas feiras para doar, que foi o nosso caso.

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De lá pegamos o carro é fomos para o mercado flutuante Damnoen Saduak, que é bem afastado da cidade, são 100km, mais ou menos 1h30m de carro. Esse mercado existe a mais de 100 anos, foi construído para que as pessoas conseguissem transportar comida entre as províncias vizinhas e sobreviver da agricultura. Muitas famílias vivem no entorno do mercado, e com um passeio de canoa você consegue ver muito sobre a cultura desse povo, frutas, artesanatos, comidas, apesar de bem turístico tem o seu valor. Quando mais cedo chegar, melhor.

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Saímos de lá e paramos no mercado ferroviário de Maekenog, a feira acontece no trilho de trem, e quando o trem vai passar, toca um sinal e todo mundo recolhe as barracas. Lá tem de tudo, sapo, insetos, frutos do mar, frutas exóticas.

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Depois dessa visita voltamos para Bangkok para conhecer os templos mais famosos: The Grand Palace e The Royal Temple of the Emerald Budha e o Wat Pho, templo mais antigo de Bangkok e onde você vê o enorme Budha reclinado. Um bem pertinho do outro. Muita emoção, muita paz. Apesar do fluxo enorme de turistas. Ver de perto essas maravilhas foi uma experiência encantadora. Você precisa tirar os sapatos para entrar nos locais sagrados, em sinal de respeito. Também é preciso prestar atenção na roupa, para não ser barrado ao entrar, é importante estar com os joelhos cobertos e nada muito decotado. Caso isso aconteça você pode alugar na entrada dos templos. As filas estavam enormes quando fomos, então ter um guia nos poupou muito tempo.

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Para terminar o dia passamos na famosa Khao San Road que é bem agitada, muita gente, muitos bares, muitas lojas, muita festa. Fica perto Grand Palace, mas nessa região só dá pra se deslocar de barco, tuk tuk ou taxi. Não tem metrô ou skytrain perto. A cidade me surpreendeu, sabia? E hoje colocaria mais alguns dias por lá no roteiro para ir até Ayuttaya (antiga capital da Tailândia) e para visitar outros templos, mas acabei me confundindo na hora de fechar a volta e só ficou um dia inteiro por lá. A comunicação na capital é mais fácil, quase todo mundo fala o mínimo de inglês, mas tem que tomar cuidado com os taxistas espertinhos. Se estiver por lá sábado ou domingo tem que ir no Weekend Market, um dos famosos mercados da Tailândia. Não tive a oportunidade mas dizem que é muito bom!


Info

- Brasileiros não necessitam de visto para períodos até três meses, acima disso é necessário obtê-lo.

 

- Passaporte válido no mínimo 6 meses a contar da data do desembarque (retorno á origem).

 

- Seguro de viagem não obrigatório, mas sempre é bom fazer.

 

- Vacina de Febre Amarela Obrigatória - tomar pelo menos 10 dias antes da viagem e levar o comprovante internacional. A vacina tem validade de 10 anos.

 

- Moeda: Bath

 

- Idioma: Tailandês. Mas dá pra se virar no inglês e na mímica. 

 

- Fuso horário: +10 horas do horário oficial de Brasília

 

- Melhor época:Inverno (ou estação seca), que vai de novembro a abril. 

 

- Os pés são uma diferença cultural importante. Lembrar sempre que não pode entrar com calçados em templos, casas e em algumas lojas. Veja sempre o aviso na porta. E não aponte seus pés no sentido de nenhuma imagem religiosa.

 

- Religião: Predominante budismo

 

- Trânsito: em mão inglesa

 



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